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AGENDA JURÍDICA

Artes dos grafiteiros, uma estética urbana




Arte essencialmente urbana, o grafite consiste em intervenções visuais feitas em espaços públicos 

Artes visuais e grafiteiros, uma outra fronteira estética

 

Em meados de fevereiro de 2013, uma notícia correu o mundo e assombrou os desavisados: Um pedaço do Muro de Berlim, medindo 3,3mX2,5m e grafitado pelo brasileiro Nunca foi a leilão pela casa Pierre Bergè e Associados, no Palais de Tokio, Paris. Em 2011, o grafiteiro foi convidado a pintar duas seções do muro de Berlim. O artista escolheu representar um gigantesco punho que quebra o muro em vários pedaços.  Cada peça foi avaliada em 350 mil euros e teve como lance inicial: 250mil euros, aproximadamente R$ 653 mil. Nunca, que começou a fazer grafites nas ruas de São Paulo aos 12 anos, é dono de um estilo pessoal inspirado nas tradições indígenas do Brasil. Aos que ainda acham que o grafite não é arte, esta pode ser a hora para rever seus conceitos.

O grafite surgiu na década de 70, em Nova York, mas suas raízes podem estar conceitualmente fincadas no México. Por volta dos anos 1920 e 1930, surgiu o movimento muralista com nomes como, Clemente Orozco (1883-1949), David Siqueiros (1896-1974) e Diego Rivera (1886-1957), que inspirados pela revolução mexicana usavam os muros de prédios públicos para fazer arte com forte conteúdo social e político. O grafite nova-iorquino retomou a tradição e se lançou ao mundo, mantendo o mesmo cunho de protesto e questionamento.

Arte essencialmente urbana, o grafite consiste em intervenções visuais feitas em espaços públicos para expressar o ponto de vista do autor sobre a vida em forma de desenho. No Brasil, a arte ainda considerada marginal, ou underground, desembarcou no final da década de 1970 pelas mãos de Alex Vallauri, que criou personagens utilizando estêncil, imagens criadas a partir de um molde e tinta spray. Hoje, nomes como Kobra e Titi Freak estão associados à vanguarda da arte contemporânea mundial com obras expostas em galerias e centros culturais de renome como o CCBB, que em 2011, realizou uma exposição com o trabalho de Os Gêmeos.


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