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FILOSOFIA CLÍNICA




Curso de Especialização 

Conteúdo programático

01 - Introdução à Filosofia Clínica e aos Fundamentos Teóricos

Estudos de casos clínicos: planejamento. Leituras Clínicas   44 h/a

02 –Categorias e  Exames das Categorias

Estudos de casos clínicos: planejamento. Leituras Clínicas  20 h/a

03 - Historicidade

Estudos de casos clínicos: planejamento. Leituras Clínicas   20 h/a

04 - Como o Mundo Parece, O que Acha de Si Mesmo, Sensorial & Abstrato

       - Estrutura do Pensamento, parte I -       12 h/a

05 - Emoções e Pré-Juízos

       - Estrutura do Pensamento, parte I -       10 h/a

06 - Tópicos VI, VII, VIII e IX da Estrutura do Pensamento.

       - Estrutura do Pensamento, parte I - 10 h/a     

07 - Tópicos X, XI, XII da Estrutura do Pensamento

- Estrutura do Pensamento, parte II - 10 h/a    

08 - Tópicos XIII, XIV, XV da Estrutura do Pensamento: Comportamento e Função, Espacialidade, Semiose

- Estrutura do Pensamento, parte II - 10 h/a   

09 - Tópicos XVI, XVII, XVIII da Estrutura do Pensamento: Significado, Armadilha Conceitual, Axiologia.

- Estrutura do Pensamento, parte II - 10 h/a    

 10 - Tópicos XIX Tópico de Singularidade, XX Epistemologia, XXI Expressividade.

     - Estrutura do Pensamento, parte III - 14 h/a

 11 - Tópicos XXII a XXVI da Estrutura do Pensamento: Papel Existencial, Ação, Hipótese, Experimentação, Princípios de Verdade.

- Estrutura do Pensamento, parte III - 10 h/a

 12 - Tópicos XXVII a XXX: Análise da estrutura, Interseções de EPs, Autogenia.

- Estrutura do Pensamento, parte III -10 h/a

 13 - Ética Profissional  - 12 h/a

 14 - Didático-Pedagógicas

Mais estudos de Disciplina Optativa - 36 h/a

 15 - Caderno Médico - noções para filósofos clínicos - 36 h/a

 16 - Procedimentos Clínicos I - 2 h/a

 17 - Procedimentos Clínicos II - 32 h/a

 18 - Procedimentos Clínicos III

Filosofia Clínica Aplicada – Educação e Saúde - 32 h/a

19 - Artigo Científico - 60 h/a

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Nota, parecer qualitativo, ao conjunto das redações apresentadas.

 Total 444  h/a

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A Filosofia Clínica, uma alternativa terapêutica

Não basta interpretar

 A Filosofia Clínica é uma forma de se fazer terapia, através de filósofos, desde que tenham estudos de graduação e especialização, além do ciclo obrigatório de qualificação profissional.

 Terapia praticada por graduados em filosofia, que se especializam se qualificam ao longo de dois a três anos de estudos, para exercer a atividade profissional de Filósofo Clínico; para exercer esta profissão, ter consultório próprio ou receber em outros locais conforme a opção da pessoa atendida, é exigida  muita prática clínica, em um prolongado aprendizado cujo degrau inicial está no estágio supervisionado;  antes de se sentir capaz de assumir a Filosofia Clínica como profissão tem que ser considerada, como imperativo categórico, a disposição para o acolhimento, para ouvir o outro, acolher a outra sem estigmas prévios; ouvir sem julgar, acolher sem condenar, acompanhar  deixar flui a pessoa não sua própria determinação.

Para ser Filósofo Clínico é considerar preparado para ouvir problemas, queixas, desabafos, choros e outras fortes ou tênues emoções no corpo e no intelecto de pessoas em sua maioria até então desconhecidas; com quem se encontra por um tempo, no tempo do atendimento terapêutico...

... para isto tem-se de estar preparado, e não vale apenas da erudição acadêmica  tão somente; ela é necessária, auxilia, abre horizontes de conhecimentos e dos fundamentos de que necessita a Filosofia Clínica;  mas o que conta, na ação terapêutica, é a prática; na práxis dialética da terapia o conhecimento deve servir ao ato de atender, acompanhar, aconselhar;  ouvir, escutar com muita atenção os discursos que vem da pessoa. Conhecer e perceber o sentido de ouvir, quando intencionado ao fim de uma atividade terapêutica. O ato intencional prático-ontológico do conceito do sentido de ouvir em que se põe numa relação sujeito-objeto. Negada, desde o início, a fusão entre os dois polos dessa relação, o filósofo terapeuta e a pessoa atendida, diríamos, na voz de Lúcio Pakter, o partilhante, são subjetividades concretas que não se diluem no âmbito uma única entificação.O Filósofo Clínico, mesmo sendo a interseção de máxima qualidade não abdica da sua função de terapeuta, o acolhedor, o profissional atento e diretor do processo compartilhado e construído com a pessoa e para a pessoa.

            Quando do seu surgimento no Brasil, por volta da metade dos anos 1990, a Filosofia Clínica despertou debates calorosos, e alguns, diria, até rancorosos. Houve um viés purista ou corporativo no julgar da alternativa terapêutica que se espalhava pelo Brasil, em centros de formação de profissionais filósofos clínicos e em número de profissionais habilitados para o atendimento clínico.

            Houve quem reclamasse do método, o fundamento filosófico da Filosofia Clínica seria um relativismo exacerbado; a excessiva abertura para acolher no seu bojo as mais diversas correntes filosóficas a tornaria ambígua e contraditória nos termos; sua fixação estrutural em categorias absolutas apresenta uma estrutura interna rígida; os filósofos e filósofas clínicos estariam ocupando lugar de outros terapeutas; o tempo muito curto de formação em filosofia clínica, deveria ser ao menos três anos e outras dissenções, aparadas ao longo da caminhada da Filosofia Clínica brasileira, nas décadas da sua existência. Por exemplo, em entrevista a um jornal do Paraná,  A GAZETA DO POVO,o psicólogo e conselheiro do Conselho Federal de Psicologia (CFP) Henrique Rodrigues concorda com um discurso mais conciliador. “A Psicologia é formada por várias abordagens. Às vezes, as pessoas não se encaixam no tratamento de um terapeuta, em um tipo de terapia ou não se satisfazem com as respostas que obtém com esse trabalho, então podem procurar alternativas que considerem melhores para si.”

            Para a Filosofia Clínica cada pessoa deve dispor da sua racionalidade, do seu arbítrio, ser senhor da sua autarqueia, ter o direito natural de dispor da sua vida e das suas decisões. Não se julga a pessoa, nem oferece conselhos sobre o que fazer. O intuito inicial é escutar, entender a sua narrativa e, posteriormente, ajuda-la a ser responsável pela resolução das questões que a incomodam.”

Os encontros são sempre gravados, mas os profissionais devem seguir à risca o código de ética da profissão, mantendo em sigilo tudo o que é falado. Segundo o filósofo clínico e professor das Faculdades Santa Cruz Everson Nauroski, a gravação é importante porque facilita o filósofo a recordar e entender o que foi dito em cada sessão. “Não podemos interpretar as informações. Se a pessoa afirma que sente um aperto no peito, não posso deduzir que está angustiada, então peço que fale mais sobre isso e, a partir dessa explicação, ela própria clareia suas ideias e percebe o que realmente a aflige.

Faça contato: filosophiaclinica@gmail.com

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Enviado em: 12 de maio de 2018

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Enviado em: 12 de maio de 2018

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